Posted in English

Some Useful Stuff I Found Online

I came across a couple of things on Linkedin today that I bookmarked for later:

Firstly, one about doing business in Portugal, which seems useful: It’s here

Secondly, the Portuguese Chamber of Commerce has workshops about moving to Portugal which might become necessary the way things are bloody going *sigh*. Anyway that’s here. There are some other interesting events too.

Finally, there’s another WordPress site that has some pretty nice-looking exercises and you can find that here.

Advertisements
Posted in English

#MiniWriMo

Next project:

For #nanowrimo I’m going to write a short story in Portuguese. Nothing like novel length of course, but something meaty and time-consuming to challenge myself to write elegantly, avoid repetition and use plenty of dialogue. I have a sci-fi idea brewing up in my brain.

Considering #MiniWriMo as a hashtag or possibly something more Portuguese and punny like #NandoWriMo

Posted in English

Tuga Window, Tuga Wall

I keep coming across this word “Tuga” on social media only and it’s not in my dictionary so I’d worked out from the context that it was maybe a portuguesified appropriation of “thug” as in “thug life”. Well apparently it’s short for Portuguese. Duh, how thick can I be?

Posted in English

Here We Go Again

I booked another exam in November. I really thought by now I’d be ready for the advanced level but I’m still nowhere near. So I’m going to re-do the DIPLE (intermediate) exam and I hope to get a pretty good mark instead of a barely-scraped pass this time. Even for that, I need to keep up the pressure, especially on oral production which os where I blew up last time.

Posted in English, Portuguese

Comentário: Europe in Autumn

I finally got around to the actual review of this book instead of just waving it around while talking about other books. I think I made fewer mistakes this time, and fewer pauses too. I’m not quite ready to participate in the Portuguese version of “Just a Minute”, but I think the process is helping my speaking ability somewhat at least… Although, an hour after I made it I had a lesson and was an incoherent mess, so on the other hand, maybe not…

I’ve put a written version (not a transcript but it hits the same points in the same order so it’s pretty close) down below, which has been scrubbed clean of errors (thanks Rubens and Sophia for the help) and there’s a fuller, english version on Goodreads.

Este livro foi escrito por um homem que já conheci através do Twitter. Por isso, fiquei preocupado, caso descobrisse que era um LRTT*. Mas, por acaso não era nada disso: felizmente, o senhor Hutchinson escreve muito bem. Que alívio! Não precisei de me preocupar: os comentários nos jornais são maioritariamente positivos. Foi escrito uns anos, atrás antes do brexit. Este facto será importante como vamos ver daqui a pouco. É um thriller com elementos fortes de ficção especulativa ou seja ficção científica, e de espionagem e com muito humor – algo incomum no género de thrillers. Para resumir: há algo coisa para todos!

O enredo do romance passa-se na Europa do futuro próximo. A União Europeia tem-se desmoronado, com poucos países restantes. Ironicamente, a Inglaterra (mas não a Escócia) é um deles. É quase o oposto da verdade.Isso significa que, nesta realidade alternativa, Nigel Farage, Michael Gove e Boris Johnson seriam muito tristes, ou melhor, seriam prisioneiros na Torre de Londres que é nada mais do que eles merecem.
notebook_image_836312Os restantes da união têm-se desenvolvido a um caos. Regiões, cidades ou até parques nacionais, tornaram-se pequenos estados, que se chamam “polities”, com os seus próprios governos, leis, passaportes e exércitos. O continente é entrelaçado por redes de espiões e criminosos implacáveis. O herói é um daqueles espiões, membro duma empresa privada que faz varias espécies de coisas sombreadas. Não vou dar spoilers mas é muito entusiasmante e perto do fim, durante as últimas quarenta ou cinquenta páginas, ele e os seus companheiros descobrem uma nova conspiração mais profunda, que prepara o resto da trilogia. Mas tive sentimentos mistos sobre isto, porque mudou a atmosfera do livro. A torção do enredo tem a ver com algo quase sobrenatural, que se encaixa melhor no género de fantasia fiquei ligeiramente chateado mas é provável que faça mais sentido no contexto da trilogia. Vou ver porque vou encomendar os outros livros.

*=Livro Realmente Terrível do Twitter.

Posted in English, Portuguese

Tag | Divertida – Brace For More Videos!

Well, my campaign to be a famous youtuber with the multi-million euro sponsorship deal with Bertrand Livros is going pretty well. I had a go at a tag questionnaire the other day, and it was really good fun, and passed a boring afternoon in the hotel. Since I didn’t have any of the books I was slagging off in the room with me, I held up the one book I did have: “Europe in Autumn” by Dave Hutchinson and just acted as if it was a different book each time.

The thing I like about it is that it makes me prepare. In a normal conversation, I can speak with varying degrees of fluency, depending on how warmed-up I am, but I only say each thing once, and any mistakes I make hang there in the air like helium-filled turds. But in this setting, I prepare in advance, jot down some useful phrases and can take a couple of practice runs; I don’t read the notes out to camera, but I do have a rough roadmap in my head of where I’m going and what backalleys I’ll need to take to get there, so it’s a different kind of speaking, if you see what I mean. The fact that I seem now to have a small cluster of friends who are all very nice and share my interests in books is a huge bonus too, of course!

Observations:

As usual, it takes me a while to get warmed up. The first couple of minutes are pretty painful but it gets better.

At one point I use the english word “Now” instead of “Agora”, which is unfortunate because it sounds like “não” and it completely reverses the meaning of the sentence.

Posted in English, Portuguese

Jonas O Copramanta #SeptemberThrills

Here’s the first book review. It’s not as bad as I remember it being while I was recording it. There are some real howlers though: “He didn’t die anyone” is a particular cringemaker for me but there are others just as bad. I’ll put a tidied version of the text (of the review only, not that intro) below.

Esta semana, li “Jonas o Copromanta”, um romance Brasileiro de Patrícia Melo. Quando comecei acreditava – ou seja esperava – que fosse um policial mas enganei-me, porque não é nada disso, sim uma espécie de romance literário, bem diferente de algo que já li anteriormente.

O enredo descreve a vida dum funcionário da biblioteca nacional do Rio de Janeiro. Tem uma obsessão incomum. Crê que pode adivinhar o futuro, e receber mensagens do Deus por “ler” (entre aspas) as suas fezes, que ele pensa têm forma de algum alfabeto antigo. No início do livro, acabou de ler um livro escrito por um autor bem conhecido, que se chama Rubem Fonseca. O livro é sobre o assunto da “copromancia”, e ele fiquei convencido que o escritor plagiou-o por método de espiando nele e roubando as suas ideias. Conforme o enredo desenvolve, a monomania dele aumenta, e começa a perseguir o escritor. Como disse, este livro não é semelhante aos outros livros que já li. Tentei pensar num outro romance que tenha um estilo, ou um ambiente semelhante. Um livro americano de John Kennedy Toole, chamado “A Confederacy of Dunces” tem tanto loucura quanto este, e “American Psycho” compartilha com ele um sentido duma protagonista que parece normal às suas colegas mas tem um mundo inteiramente diferente dentro da sua mente. Claro que não é um semelhança forte. O Jonas não assassinou ninguém é não tinha uma cabeça no frigorífico. Mesmo assim, acho que podemos traçar certos paralelos entre os dois. Mais uma coisa que me interessa foi o nome da protagonista: Jonas é um nome dum profeta do testamento antigo que foi engolido por uma baleia. Foi mencionado em “Moby Dick”, um dos meus 3 ou 4 livros preferidos de sempre.

Confesso que não entendo cada detalhe mas gostei da história em geral. Achei-a imprevisível, esquisita e bem engraçada. Vou dá-lo quatro estrelas no Goodreads. Até agora, a média das notas* é duas e meia, e o único comentário simplesmente diz “Um monte de estrume com o perdão do chiste”. É claro que pessoas que falam português melhor de eu têm uma opinião mais baixo. Vocês têm sido avisados**!

 

*=According to Ruben, who kindly corrected this for me, “The average mark” isn’t a thing (at least in Brazil), but “The average of the marks” is OK.

**=”You have been warned”. It’s a literal transation and I don’t think it’s really an expression used in PT, so probably not something I’ll repeat.

Posted in English

Thinking in Portuguese

I’ve been interacting with Portuguese so much that I’m finding myself thinking in Portuguese at odd moments. The other day at work, while writing a SQL query I even typed “ONDE” in place of “WHERE”. This seems like a positive development, even if it does mean more debugging.