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Lugar Maldito – André Oliveira

Comprei este livro numa livraria online, e confesso que, se tivesse visto a arte antes de comprá-lo, nunca teria agarrado. É difícil entender o fluxo da história por causa da baixa qualidade dos desenhos. Felizmente, a história em si não é assim tão má. Lembrou-me do “The Stand” (um livro de terror escrito por Stephen King) até certo ponto, embora as personagens sejam mais parecidas com os protagonistas do “Badlands”. 35630502._SX318_Um casal jovem está em fuga porque o homem cometeu um crime, e a polícia judiciária está à procura dele. Por isso, escondeu-se, com o bebé deles numa casa na terra do pai. Todos crê que esta casa é amaldiçoada. Muitas pessoas foram assassinadas lá, e os rumores dizem que a casa enlouquece qualquer pessoa que lá more. É isso mesmo que acontece, mas não me admirou: o namorado da mulher é um facínora. Chegou à casa com pouca comida mas com uísque suficiente, uma espingarda e cinco milhares de t-shirts (estou a exagerar mas não tanto assim…) com os logótipos de várias bandas fixes dos anos noventa. Portanto, quando o homem se enlouquece, ameaça a namorada e começa a atirar nos polícias não é nada surpreendente, nem chocante tal como a transformação do pai no “the Shining”.

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Estar Vivo Aleija – Ricardo Araújo Pereira

Este livro é o terceiro que já li do mesmo autor. É muito engraçado. Consiste em artigos escritos para um jornal brasileiro, Folha de São Paulo. O autor brinca com diversos assuntos desde futebol até à linguagem. É tudo muito divertido e inteligente, como sempre.

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Chulé, Madly, Deeply

Apparently there’s a specific word for the smell of stinky feet in Portuguese: Chulé.

Ricardo Araújo Pereira mentions it in “Estar Vivo Aleija” and wonders how “línguas bárbaras” like English manage without it in sentences like “Após a meia-maratona, os meus pés cheiravam a chulé”. We’d have to say “(they) smell of smelly feet” which would be tautologous.

If never come across the word before. As an example of an untranslatable word it’s not as impressive as “Saudade” but it’s much more fun.

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A Noiva Do Tradutor

43782967._SX318_Achei este livro muito desafiante, por causa da quantidade de palavras desconhecidas, mas isso não me importa porque, por acaso, gosto dum desafio!

Amiúde, quando leio livros difíceis, encontro-me a perder o fio à meada, porque tenho de abrir o dicionário tantas vezes, mas deste vez, consegui lembrar-me e reler os parágrafos mais densos, e de ver a história com uma visão alargada. Trata-se duma história, contada pelo Tradutor mencionado no título. A Noiva não aparece no “palco” do enredo excepto nas saudades do protagonista. Porquê? Porque tem o abandonado logo antes do início da história. O Tradutor é um herói interessante: introvertido, misantrópico até a ponto de ser cómico e cheio duma raiva impotente contra os que estão em sua volta. Conta a sua história num discurso da primeira pessoa, que, às vezes torna-se um fluxo de consciência. Lembrou-me dos protagonistas de vários outros romances, mas não é um estereótipo. É trágico, é grotesco, diz coisas fantásticas tal como “vivo mesmo numa estrumeira em chamas” e espera que (contra todas as aparências), se conseguisse comprar uma casinha amarela, a noiva voltaria. Mas acho que ela fez uma fuga bem sucedida por ter se afastado deste gajo!

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Adrian Mole

Fui com a família ao Teatro Ambassador há 3 dias para assistir a uma peça nunlm teatro novo na sua noite de estreia. A peça é baseada num livro publicado nos anos oitenta chamado “O Diário Secredo de Adrian Mole Aos 13 Anos e 3/4”. Quando foi editado, eu tinha 13 anos, e Adrian, se fosse uma pessoa verdadeira, teria um ou dois anos a mais do que eu.

Adoro o livro, e li-o à minha filha já que ela tem mais ou menos a mesma idade. Gostámos do espectáculo. É um musical, portanto o enredo (que se passa em 1981) mudou ligeiramente para caber no formato do teatro musical, mas não é assim tão diferente do original. As canções e a actuação foram fantásticos. O palco foi decorado com autocolantes brinquedos e cartazes de 1981, ainda que o calão se tenha afastado da linguagem da época. Estas são coisas que um velhote, tal como eu, perceberia mas para os outros (incluindo as famílias dos jovens do elenco que faziam parte da plateia) não importa muito, e toda a gente gostou e bateu palmas numa ovação em pé no final.

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Cinco Mil Quilómetros por Segundo

Esta banda desenhada conta a história de três adolescentes italianos: dois rapazes e uma rapariga. Tem um bom aspecto: a arte é bonita, mas infelizmente as personagens são desenhadas numa maneira inconsistente, portanto às vezes é difícil distinguir as pessoas. E é isso mesmo que é o maior problema do livro: a história não compriu a promessa feita pelas imagens. É belo, mas a história nem me agarrou assim tanto. É confuso e, não havia uma narrativa interessante. As personagens também, para mim, são aborrecidas. Enfim, soltei um grande “meh”.

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O Mosteiro da Batalha.

O Mosteiro da Batalha é um dos grandes monumentos de Portugal e é considerado parte do património mundial pela UNESCO. O nome do mosteiro não é propriamente “Mosteiro da Batalha” mas, sim “O Mosteiro da Santa Maria da Vitória”, mas fica na vila de Batalha (Portugal, assim como Inglaterra, tem uma vila chamada Batalha/Battle para comemorar a batalha mais significativa na sua história). No caso de Portugal, a batalha é a Batalha de Aljubarrota em 1385. Dom João I, Mestre de Avis, vencedor da batalha mandou construir o mosteiro para agradecer à virgem Maria pela sua ajuda.

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Big Day

Right, well here I go then…

Tuesday

  • Read on the train
  • 1 hour accent practice (speaking)
  • 1 hour accent practice (listening – while walking)
  • Write about o Mosteiro de Batalha

Wednesday

  • Read on the train
  • 1 hour lesson
  • 1 hour conversation practice
  • Write a letter of complaint
  • Go to bed early

Thursday

  • Exam